Ruas desertas
Ruas desertas, o ponteiro do relógio avança a madrugada. Passa das 2 da manhã. Vagamos pelas ruas em meio ao vazio, sem destino, a pé. De mãos dadas, beijos e abraços são inevitáveis a cada parada. Esse cenário tão comum durante o dia, agora parece que fora reservado apenas para nós.
Paramos num lugar meio escuro. Nos encostamos num muro e começamos a nos beijar intensamente. Aquele friozinho que fazia a pouco parece que começa a dar lugar a um calor que nos invade sem pedir licença. Ainda por cima do vestido, aperto seu peito com força, porém minhas mãos estão insaciáveis, busco desesperado por aquela carne macia e úmida. Ao encontrá-la não me detenho e enfio-lhe os dedos e tiro rapidamente e enfio de novo. Transcorro minha mão por toda sua coxa e subo lentamente até sua bunda e aperto com muita força. Ela geme ao meu ouvido. Escorrego a mão novamente pela sua bunda e deixo descer por entre suas pernas e lhe enfio os dedos novamente. Ela dá um gemido de prazer e aperta minha cabeça com força. Agora é a sua vez de avançar. Eu continuo a enfiar-lhe os dedos e ela abre meu zíper, enfia a mão por dentro da minha cueca e começa a acariciar-me. Aperta meu membro e começa a praticar aquele sobe e desce gostoso. A sensação térmica já passa dos 40º. Resolvemos então nos mudar para o prédio ao lado e sentamos num banco embaixo de uma árvore. Sentei do seu lado e prossegui naquela tempestade de beijos avassaladores. Dessa vez fui mais além, me agachei em frente a ela, suspendi seu vestido, abri suas pernas e enfie-lhe a língua. Ela não esperava aquilo e gemeu alto de tanto tesão. Chupei-a por algum tempo, enquanto ela apertava minha cabeça, encrava suas unhas e enterra ainda mais minha cabeça, como se quisesse que eu entrasse dentro dela. Levantei e sentei-me novamente ao seu lado. Ela então retribui a gentileza, puxou o meu pênis pra fora e abocanho-o sem cerimônia, eu quase gozei só de sentir a sua boca quente. Lambia a cabeçinha com delicadeza e maestria. Aquilo me fazia tremer de tanto êxtase. De repente a puxei pra cima e sentei-a em meu colo. A brisa da noite e o vento eram nossa platéia. Puxei sua calcinha de lado e meti com toda vontade. Ela levantou a cabeça para contemplar o céu, que por sinal estava muitíssimo estrelado aquela noite. Ela fazia movimentos pra frente e pra trás e segurava minha cabeça com as duas mãos. Eu apertava sua cintura e abocanhava-lhe os seios, mordendo levemente os mamilos. O movimento dela foi acelerando, percebi que estava chegando sua hora de "subir aos céus".... mais rápido, mais rápido e ...... àaaaaaaa Gozou! Eu fui ao seu encontro e gozei também como nunca tinha gozado antes.
Enfim retornamos pra casa com a sensação do "dever" cumprido.
Que delicia..uiiiiiiiii
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