quarta-feira, 23 de março de 2011

Contos da meia noite 01


"Conto para menores"

De repente uma forte chuva começa a cair. Fico impedido de ir embora. Logo hoje que acabamos discutindo e não queria nem olhar mais na cara dela. pelo visto a chuva parece que não tem hora de parar...
De repente como se Deus tivesse tocado no seu coração, ela vem até a mim e me abraça. Fico sem reação. Porém o coração fala mais alto e retribuo o abraço. Forte apertado. Levanto minha bandeira branca e selamos nossa trégua com um beijo interminável. Um vento suave e frio sopra sobre nós. A varanda parece estar mais fria e mais aberta. Fomos para o canto da varanda perto da última janela para tentar se esconder do frio. Estávamos em pé, um de frente para o outro. Eu abraçado a ela e ela com a cabeça em meu ombro direito. 
Tento aquecê-la esfregando seus braços e de repente sem intenção esbarro os dedos no bico do seu peito, que o vento frio tinha se incumbido de torná-lo mais evidente e rígido. Aquele "acidente" me aqueceu rapidamente e comecei a mudar meus planos para que aquela noite.
Ela usava um vestido de tecido leve, estava sem sutiã. Comecei a beijá-la novamente. Enfiei a mão por dentro da blusa e conduzi meus dedos ao seu mamilo. Fui acariciando levemente, estava arrepiada, percebi. Continuei até encher a mão e apertá-lo. Ela deu um suspiro, confirmando que retribuía a minha intenção. Devagar percorreu sua mão suave por todo meu tórax e foi descendo até encontrar o seu objeto de desejo. Com uma certa timidez, me olhou nos olhos e enfiou sua mão por dentro da bermuda. Começou a acariciar a cabeça e apertei seu peito mais uma vez, só que agora de tesão. Ela em resposta aperto-me o pênis com força. Um certa adrenalina tomava conta de nós, já que todos ainda estavam acordados no interior da casa, isso aumentava ainda mais todo aquele tesão. Desci minha mão e percorri sua barriga até chegar na barra do seu vestido. Suspendi devagar e cheguei até sua calcinha. Puxei-a de lado e comecei a tocá-la no clitóris, fazendo pequenas pressões e movimentos para frente e para trás. Ela começou a gemer baixinho no meu ouvido e minha respiração acelerava. Enfiei-lhe os dedos na vagina vagarosamente e ela repentinamente suspendeu o corpo e me apertou as costas, cravando suas unhas em seguida. Rapidamente não me contive e virei ela de costas para mim, suspendi-lhe o vestido por trás, puxei novamente a calcinha e meti. Ela debruço-se sobre meu peito e virou a cabeça para trás. por cima do vestido apertava seus seios com força, ela gemia em suspiros, sem barulho continuei metendo sem fazer muito movimento. De repente ela coloca as duas mãos em minha cabeça e sussurra "agora" "vai". Meti mais duas vezes com força e ela estremeceu num gozo profundo. Logo em seguida não me contive mais e gozei, um, dois, três, quatro jatos de esperma jogados por todo lado, já que não podia gozar dentro, por não estar prevenido.
Me recompuz e coincidentemente a chuva passou. Demos um abraço, e nos despedimos em silêncio, apenas com o olhar de satisfação.

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