COMER, REZAR, AMAR
O filme conta a história de Elizabeth Gilbert, vivida pela fantástica atriz Julia Roberts. Ao completar trinta anos, Elizabeth tinha tudo que uma mulher moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer. Um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo.
O filme consiste nas memórias da autora, que viajou por três países – Itália, Índia e Indonésia – por um ano para tentar se reencontrar. Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Apaixonou-se da melhor maneira possível: inesperadamente. Lá ela aprendeu não só a amar mais autenticamente, como aprendeu a se deixar ser amada. A atuação de Julia Roberts é sensacional. Ora nos comove com suas experiências tão bem retratadas com suas palavras, ora nos faz rir com seu senso de humor.
Se você é uma pessoa prática e objetiva e vive satisfeita com a própria vida, talvez a história do filme, baseado no livro, Comer, Rezar, Amar não lhe interesse. Por outro lado, para aquelas que têm um desejo de querer entender a vida, de querer entender-se, de refletir sobre a própria existência, e vive cheia de dúvidas, encontrará nos relatos de Elizabeth Gilbert uma vasta seqüência de grandes momentos, emoções e uma profunda busca espiritual. E se identificará profundamente com o filme.
É um daqueles filmes que segue tão rápido, que faz com que sintamos uma certa frustração por ter acabar tão depressa.
É um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pela própria felicidade e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um filme para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.
By Moisés Nunes @moisesnuness
Eu vi esse filme.. É fantástico... acho que mostra o ponto de vista que não podemos ser dependentes de ninguem para sermos felizes.. as vezes é bom jogar tudo pro alto e pensar só em nós.
ResponderExcluirÉ um filme que já assisti e recomendo. Me identifiquei muito com ele. Maravilhoso...
ResponderExcluirAssisti a esse filme e simplesmente adorei... Amei a parte que se passa na Itália, me deu uma vontade de conhecer...E a Julia arrasa como sempre (maravilhosa)... Li um comentário sobre ele, dizendo q era um filme feito para mulheres, mas discordo... Acho q é um filme feito para pessoas sensíveis e q em algum momento sentiram a necessidade de mudar tudo a sua volta, tentando se reconhecer e se entender nesse turbilhão de sentimentos e emoções q vivemos todos os dias...
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